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A espera.

O vento virou poeira, as portas se trancaram,
O vento parou, mas antes arrastou os sonhos feito fantasia.
As portas destrancaram, mas nada estava mais no lugar.
Agora é preciso tentar encontrar o elo perdido.

Procuro o amor que está distante, mas nada de encontra-lo.
Tudo mudou, nada restou, há apenas lembranças.
E assim, vou encontrando meus passos, o ritmo do teu, do meu coração,
E neste tempo de espera até meus versos perderam o rumo.

Vou tentar, vou esperar o tempo do nosso reencontro.
Pois aqui dentro o amor faz morada.
E é esse sentimento que alimenta os dias,
Posso até colar os destroços feitos pela saudade,
E assim tornar a espera menos dolorida.


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